Discussão do futuro da programação no rádio abriu os painéis do Congresso ACAERT nesta terça-feira

“O Futuro da Programação no Rádio” foi tema do painel de Vlamir Marques e Cristiano Stuani

24/05/2022

Foto: Fernando Willadino & Filipe Scotti | Galeria de fotos: https://bit.ly/albunscongresso


A discussão sobre “O Futuro da Programação no Rádio” foi tema de um dos primeiros painéis programados para esta terça-feira, 24 de maio, terceiro dia do 18º Congresso Catarinense de Rádio e Televisão, promovido pela ACAERT. Paralelamente, era realizado outro painel, com tema “Políticas Públicas de Comunicação”.


O futuro da programação no rádio foi analisado pelos palestrantes Vlamir Marques, gestor artístico da Jovem Pan FM, e Cristiano Stuani, gestor artístico da Massa FM.


Vlamir Marques, nome conhecido do mercado de rádio de São Paulo, com experiência em projetos de formato adulto-contemporâneo, através de sua longa trajetória como programador da Alpha FM de São Paulo e também da Antena 1 e, desde 2017, à frente da gestão artística da rede Jovem Pan FM, observou que a audiência do rádio tem crescido bastante. Um movimento observado, notadamente, após a pandemia. Com foco na produção artística, considerou que é preciso saber mesclar a programação musical, por exemplo, para atender o público que gosta de notícia, de humor, entretenimento e bate papo.  “O papel da programação musical ficou muito importante. Cada vez você tem que estar mais informado e sabedor do que o ouvinte mais exigente quer ouvir. Porque música todas as rádios têm. O diferencial então é qualificar e condensar o que é melhor para aquele estilo de programação”, reforçou Marques. 


Com passagens em diversas emissoras como diretor de marketing e artístico, fazendo atualmente a gestão artística de São Paulo, Londrina e Maringá da Massa FM, Cristiano Stuani considerou que o meio rádio, apesar das ameaças já sofridas, sempre vai ter futuro. “O futuro do rádio depende só de nós. Ele depende da nossa leitura diária do que nosso ouvinte deseja e necessita, além de seus hábitos”.


Cristiano Stuani destacou ainda que a agilidade do rádio deve ser usada a favor da programação. “A gente abre o microfone e as coisas acontecem. Então, temos a obrigação de manter a agilidade do rádio, fazendo a leitura diária do que o ouvinte e o mercado buscam. Eu sempre costumo dizer que a gente encontra o futuro, fazendo um pouco do passado, mistura com o presente e você faz o dia seguinte. Assim, manteremos a rádio viva, finalizou Stuani.


Foto: Fernando Willadino & Filipe Scotti | Galeria de fotos: https://bit.ly/albunscongresso

Reporter: Patrícia Gomes

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